Mostrando postagens com marcador Standard. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Standard. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de agosto de 2012

Bohemia Pilsen



INFORMAÇÕES
Cervejaria: AmBev
Grupo: Anheuser-InBev
Pais de Origem: Brasil
Família: Larger
Estilo: Standard American Lager
Embalagem: Garrafa
Álcool (%): 5% ABV
Ingredientes: Água, malte, cereais não maltados, carboidratos, lúpulo
Ativa: SIM
Sazonal: Não é sazonal
Temperatura: 2-5 °C
Copo ideal: • Pilsner  • Lager (Chope)  • Caldereta

Ao longo de 150 anos, a Bohemia têm sido fiel às suas principais características: aroma e sabor. Nosso mestre cervejeiro se dedica à alquimia desta fórmula original desde 1853 que é um produto único e garante um padrão de qualidade extremamente rígido e superior. Histórico A Cervejaria Bohemia foi fundada entre o final de 1853 e o início de 1854, pelo colono Henrique Kremer, conceituado artista que se especializara na cobertura de casas com tábuas. Com a morte dele, em 1865, seus herdeiros constituíram a firma Augusto Kremer & Cia., que existiu até que os sócios se separaram, em 1876, ficando à frente da Bohemia Frederico Guilherme Lindscheid. Foi então que a cervejaria recebeu o nome de Imperial Fábrica de Cerveja Nacional. Em 1898, com a morte de Frederico Lindscheid, sua filha, Carolina – casada com Henrique Kremer, neto do fundador – e o mais novo sócio, Guilherme Bradac, criaram a Companhia Cervejaria Bohemia. Quando a Companhia Antarctica Paulista adquiriu a empresa, em 1960, o fez por intermédio do Diários Associados, representado pelo jornalista Carlos Rizzini, então presidente da Bohemia. Naquela época, a produção da cerveja era de 10 mil dúzias por mês. Quando foi fundada, a Bohemia tinha todas as características das pequenas cervejarias tipicamente alemãs, inclusive em relação à qualidade. Sua produção inicial era de 6 mil garrafas por mês. A distribuição era feita por carros puxados por animais, charretes e carrinhos de mão, inicialmente, com vendas diretas (da fábrica para os negociantes) e, mais tarde, por meio de pequenos revendedores de Petrópolis e região. No início de sua fabricação, a cerveja Bohemia tinha características de uma cerveja estilo alemã: amarga e forte. Com o decorrer dos anos, seu sabor passou a adquirir as características de outras marcas existentes: mais leve, suave e menos amarga, atingindo o padrão tradicional de qualidade dos dias atuais. Pesquisas efetuadas no Arquivo Nacional e Biblioteca Nacional, assim como anotações existentes em bibliografias de reportagens da imprensa da cidade de Petrópolis, desde o ano de 1859 até hoje, apontam a Bohemia como a primeira fábrica e consequentemente a primeira marca de cerveja no Brasil, e a única a ser ainda produzida.

Degustação
Uma excelente aparência, com uma espuma densa e persistente, chegando a impressionar. É uma das melhores cervejas "Pilsen" nacionais. O destaque, ao meu ver, está no sabor, onde sente-se um toque floral, evidenciando o lúpulo. O malte também aparece, deixando a cerveja muito bem equilibrada. No mais, refrescante e com boa drinkabilidade. Está à frente de suas concorrentes.

Avaliação
Aroma 3/5
Aparência 4/5
Sabor 6/10
Sensação 4/5
Conjunto 7/10
Avaliação Geral 24/35

Meu Ranking no Estilo: Standard American Lager
1 - Bohemia Pilsen
2 - Sol
3 - Budweiser

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sol


INFORMAÇÕES
Cervejaria: FEMSA Cervejaria
Grupo: FEMSA
Pais de Origem: Méxixo
Estilo: Standard American Lager
Embalagem: Garrafa
Álcool (%): 4.5% ABV
Ativa: SIM
Sazonal: Não é sazonal
Temperatura: 0-4 °C
Copo ideal: Pilsner Lager (Chope) Caldereta

Nomeada por um raio de sol que caía sobre uma panela de cozimento, a cerveja Sol recebeu um conhecimento notável que foi de ser uma cerveja destinada à classe operária a uma das histórias de maior êxito na história da cerveja mexicana. Quando os estudos de mercado revelaram que a gente jovem se identificava com a individualidade da marca Sol e desfrutavam de sua qualidade e refrescante sabor, a companhia relançou Sol, nacionalmente, em 1994, como parte de uma estratégia inovadora causando agitação, região por região. A marca Sol é hoje uma das marcas melhor posicionadas no México e uma importante cerveja na Ásia, Oriente Médio e América do Sul.


Degustação
Coloração dourada, com uma espuma branca de boa formação e baixa duração. Lúpulo presente tanto no aroma quanto no sabor. Leve, refrescante e agradável. Cumpre bem o seu papel. Sem dúvida, é superior as Standard Nacionais.

Avaliação
Aroma 3/5
Aparência 3/5
Sabor 4/10
Sensação 3/5
Conjunto 5/10
Avaliação Geral 18/35

Meu Ranking no Estilo: Standard American Lager
1 - Sol
2 - Budweiser

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Devassa Loura


INFORMAÇÕES
Cervejaria: Cervejaria Devassa
Grupo: Schincariol
Pais de Origem: Brasil
Estilo: Standard American Lager
Embalagem: Garrafa
Álcool (%): 4.8% ABV
Ativa: SIM
Sazonal: Não é sazonal
Temperatura: 2-6 °C
Copo ideal: Pilsner Lager (Chope) Caldereta Taça

Uma loura que chama a atenção aonde chega. Não é qualquer lúpulo que entra em sua composição, somente os importados, com levedura de baixa fermentação e 100% malte.
Toda a sedução da Pilsen na versão 355 ml e teor alcoólico de 4,8% numa cerveja clara, refrescante, saborosa e com leve amargor. Para sentir toda sua refrescância, a temperatura ideal de serviço é de 2 a 6°C.


Degustação
Lager refrescante e suave, fica com notas levemente acima das mais populares, sugere um pouco mais de malte. De aparência normal, dourada, creme médio/baixo, aroma suave melhor que as lagers de massa.

Avaliação
Aroma 3/5
Aparência 3/5
Sabor 6/10
Sensação 4/5
Conjunto 6/10
Avaliação Geral 22/35

Meu Ranking no Estilo: Standard American Lager
1 - Devassa Loura
2 - Sol
3 - Budweiser

domingo, 24 de junho de 2012

Budweiser não deveria usar tag Premium em rótulo

O Brasileiro está se interessando por cervejas especiais e premium cada vez mais, é curioso isso, e isso pode ser constatado na fila do supermercado.

É muito bom as pessoas se interessarem por elas, porque na maioria das vezes é apenas curiosidade, a maioria das pessoas desse novo perfil do “bebedor de cerveja” brasileiro, não conhece muita coisa sobre cerveja, mas tem curiosidade e, isso é bom, é o caminho natural para se tornar um apreciador como a maioria de nós aqui.

A alguns dias na fila do supermercado pude constatar a potência que é a Budweiser, é como se fosse “Skol” importada, as pessoas gostam de dizer que estão bebendo a Bud, independentemente de poderem identificar algo característico no sabor, aroma, aparência ou produção que a torne melhor que a Skol, por exemplo.
Para quem está se iniciando neste novo e prazeroso hobby, nem o fato de ter a tag “Premium” nela é relevante. Eles querem apenas se sentirem diferentes como a cerveja de nome complicado para o publico humilde.

A lata é diferente de todas as nossas cervejas e é isso que atrai o bebedor comum que quer algo “diferente” (embora a bud seja mais do mesmo).


Na do supermercado pessoas humildes debatendo entre si qual a pronuncia correta do nome, era interessante ver esse debate entre eles, pois isso gera curiosidade, quando verem que ambos estavam errados, vão voltar ao assunto e provavelmente vão falar algo do tipo: “o nome eu não sei direito, mas que é boa, é…” e isso é uma porta aberta para se interessarem cada vez mais por coisa boa, por assim dizer.

A Bud não é uma cerveja primorosa, está longe disso, não é disso que se trata, estou destacando apenas o interesse do bebedor comum em algo novo.

Estou citando estes exemplos de pessoas humildes com cervejas importadas, pois há alguns anos atrás isso seria algo impensável, a maioria achava “desperdício” comprar uma cerveja mais cara já que tudo era cerveja, era tudo igual… as pessoas bebiam preço e não qualidade, ainda é assim, claro, mas já podemos ver mudanças consideráveis em todas as classes sociais e, isso é ótimo!

Tanto a Bud quando a Skol são líderes de venda e popularidade nos EUA e no Brasil respectivamente, mas elas tem mais que isso em comum… as duas também são sem graça, a Bud por ter a tag “Premium” deveria ser no mínimo o dobro melhor, mas não é e, simplesmente porque a tag “premium” nela é mentirosa, bom, ela não será a primeira nem a ultima a usar algo no nome que induza de forma errada o consumidor a pensar que ela é uma cerveja melhor do que realmente é.

Teoricamente, uma cerveja “American Premium Lager” estritamente classificada significa uma marca que não leve mais do que 25% de adjuntos em sua composição. Adjuntos são outros cereais não maltados, tais como o arroz, o milho ou até mesmo a batata. São utilizados com dois objetivos: diminuir o custo — o malte de cevada, importado, é um insumo caro — e tornar a cerveja mais “leve” ao paladar do consumidor. A cerveja deste estilo, teoricamente, também não deveria ter conservantes ou aditivos químicos.
Ok, mas a cerveja é boa?

A Bud tem um aroma fraco e sabor chato, coloração amarelo translúcido, ela não chega a ser uma cerveja desagradável no todo, mas não vale R$2,20 de forma alguma, ela tem como ponto forte a refrescância o que pode vir a funcionar bem no Brasil nessa nova investida da AB Inbev. Para exemplificar melhor, eu a colocaria entre a Skol e a Antarctica numa escala de qualidade, sendo a Skol a mais fraca e a Antarctica a melhor.

Se a Bud, não tivesse “Premium” no nome e não fosse mais cara que a Heineken, talvez ela fosse apenas uma cerveja comum… mas esses dois pontos soam arrogantes demais para um produto tão igual ao que vemos atualmente no mercado.